Sábado, 15 de Agosto de 2009

Sempre gostei de bandeiras. E tendo vivido bastos anos fora de Portugal, desenvolvi um particular fascínio pela bandeira nacional. Sim, a verde-rubra. Achei por isso excelente a iniciativa de Santana Lopes - executada por Carmona Rodrigues - de hastear a maior bandeira nacional do País no Alto do Parque Eduardo VII. Foi por isso com pena que ontem, ao passar pelo Marquês, reparei que mais uma vez a bandeira não estava lá. 

 

 

Talvez a Câmara de Lisboa a tenha enviado para o 5 à Sec. Mas custava muito ter uma bandeira  sobressalente, em previsão das lavagens e das manutenções? Não há nada mais triste do que um mastro vazio. Ou talvez haja: a triste figura que Lisboa fez quando permitiu que a bandeira nacional fosse substituída pela bandeira da União Europeia precisamente neste local visível de toda a cidade. Não há cimeira nem tratado que justifique tamanho servilismo - digo-o enquanto europeísta convicto. Num período em que tanto se fala de ultrajes à República, convém recordar esse, perpetrado sob a autoridade de António Costa.



publicado por Vasco Campilho às 21:29
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