Sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Eureka! por João Villalobos

«Lisboa, 14 Ago (Lusa) -- O vereador da Câmara de Lisboa Manuel Salgado realçou hoje a importância de reforçar a aposta na reabilitação e na oferta de equipamentos de proximidade para fixar a população.»

Ao que parece, foi necessário um inquérito para chegar a esta conclusão. Mais valia terem feito copy-paste do programa «Lisboa Com Sentido». Repare-se na página 5: «Tem de ser assumida uma cultura de reabilitação permanente. A chave para o repovoamento do centro de Lisboa está obviamente aí». Ou na página 6: «Lisboa tem de fazer da Política dos Bairros a trave mestra da sua organização, como factor de inclusão social e humanização. Aumenta a segurança e a qualidade de vida e diminui a mobilidade.

O espaço público, a zona verde, a Igreja, o comércio, a piscina e o polidesportivo devem servir para as famílias não serem obrigadas a deslocar-se de um lado para o outro».

 

 

É sempre bom verificar que os lisboetas, interrogados para o dito inquérito, estão de acordo com o programa elaborado por quem bem os conhece e à cidade. Boa malha.



publicado por João Villalobos às 20:45
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Como se aumenta uma dívida por João Gonçalves

«O problema é que neste momento António Costa já apresentou pedidos de empréstimo de mais de 250 milhões de euros.» (Santana Lopes, 28.6.09)



publicado por João Gonçalves às 20:34
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As razões dos Lisboetas por João Mota Lopes

Muito se tem falado sobre as razões que levam os lisboetas a votar nas próximas Autárquicas.

Existem razões que sobram para que o voto seja em Pedro Santana Lopes.

 

Apresento pelo menos 7 razões, 7 pensamentos que são certamente comuns à maioria dos Lisboetas.

 

A primeira razão, desde logo os Lisboetas sabem distinguir e gostam de dividir para reinar. É comum dizer-se que não se quer colocar todos os ovos da galinha no mesmo saco, não vá o saco cair e ficarem todos partidos. A verdade é que o sentimento da divisão de poderes entre a autarquia e o governo é desejável. Como exemplo o caso que mais tem marcado a nossa frente ribeirinha – o caso dos contentores de Alcântara, em que o Governo quer impingir um terminal de carga, separando os lisboetas do seu rio. Esta situação seria intolerável num ambiente político autárquico adverso ao do Governo.

 

Ninguém quer um presidente de câmara que seja uma extensão de um governo.

 

E porque falamos de Governo, a necessidade de à frente dos destinos de uma grande cidade como Lisboa estar um estadista, alguém que pense a cidade em Grande.

Falamos da capital de Portugal. Uma cidade que se quer moderna e cosmopolita não pode ser feita por alguém que não tenha a experiência de ter governado, de ter feito grandes obras, de ter pensado em grande.

Concluindo, falamos de ter experiência política. De fazer. E Santana, ao contrário de Costa, fez em Lisboa e fez na Figueira da Foz.

 

O que nos leva à obra feita.

Santana tem obra feita. Costa não tem. Recorda-se de alguma obra que o Presidente Costa tenha realizado? Bem, pintar uma passadeira de peões em São João durante o mês de Agosto não conta, penso eu...

Ao contrário, Santana tem obra. Tem túneis (não um mas vários e, enquanto morador do Parque das Nações, o túnel do Baptista Russo é uma obra das mais importantes para a zona oriental da cidade), tem jardins, tem Alta de Lisboa, etc...

 

E por tudo isto, tem coerência política. Santana teve um programa que pelas razões que todos conhecem não pôde acabar. É, por isso, coerente o PSD quando diz que Santana tem obra para acabar. Falamos de algo que é muito importante para a política, o sentimento de coerência, que tanto tem faltado neste País.

 

E, por mais que certos opinion makers queiram fazer passar o contrário, a verdade é que Pedro Santana Lopes é muito trabalhador. Quem já trabalhou com ele, e quem anda nestas coisas, sabe-o. Talvez por isso os seus inimigos tentem tanto à sua personalidade. A verdade é que todos conhecemos a capacidade de trabalho autárquico demonstrada quer na Figueira quer em Lisboa.

 

E também pela visão que todos reconhecemos a Santana Lopes. Da sua ideia de cidade, uma cidade a pensar em 2020. A cidade que todos desejamos que seja, uma cidade de Inovação, diferenciadora das demais; uma cidade para as pessoas, que aposte na qualidade de vida dos que cá moram e que cá trabalham; Uma cidade criadora de riqueza, que aposte em trazer de volta as empresas, geradoras de empregos, capaz de captar jovens para o seu centro, fazendo deste modo com que o seu centro não fique ao abandono e consequentemente premeditando o seu triste final; e por não menos importante, uma cidade verde, sustentada em si, com jardins para que os nossos filhos possam brincar, e os nossos avós se sintam felizes contemplando os seus netos. Com um Tejo devolvido à cidade, onde os golfinhos possam voltar a existir.

 

E, por último, porque Pedro Santana Lopes é uma pessoa empolgante.

Em tempos de crise, precisamos de quem nos lidere, de quem nos possa fazer sonhar e acreditar. De quem seja empreendedor, capaz de trazer riqueza à cidade, de captar empresas e empregos, e de a dotar de instrumentos de caracter social de apoio aos mais necessitados.

 

Pessoalmente, acredito que existe mais uma razão, é que todos os lisboetas merecem.

 


sinto-me:

publicado por João Mota Lopes às 18:35
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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Não havia dinheiro, não havia dinheiro, mas ei-lo que aparece sempre em alturas cruciais. Como se lembra e bem aqui: «O PS criticou Santana Lopes, quando este era presidente da Câmara, por ter encomendado um projecto de 2,2 milhões de euros (caríssimo, diziam eles) para o Parque Mayer ao arquitecto Frank Gehry, um dos melhores arquitectos do mundo. Agora, António Costa esbanja 1,6 milhões de euros no Parque Mayer para fazer campanha eleitoral». 

Parafraseando Chico Buarque, «tanta légua a nos separar»: De um lado quem pretendia investir em obra arquitectónica de referência. Do outro alguém que prefere desperdiçar os dinheiros públicos numa monumental festa da cerveja e, mais do que provável, ainda dar palco à sua CLAAC de apoio. Vou esperar para ver a programação da dita festarola e confirmar quantos dos nomes, entre os artistas participantes, vão coincidir com os da propagada inteligentzia "costista" subsídio-dependente.  



publicado por João Villalobos às 21:10
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Porque merece! por Vítor Manuel Palmilha

Pela primeira vez aqui escrevo, aproveitando para agradecer o honroso convite que me foi endereçado.

Estar entre os melhores é sempre bom, melhor é quando muitos são amigos e espero que todos possam vir a sê-lo, perfeito quando defendemos causas e projectos, neste caso Lisboa.

 

Sim, porque aqui não se trata de defender alguém.

 

Defendemos Lisboa, assumimos que existe um projecto em que acreditamos e pelo qual lutamos para transformar a nossa bela cidade num local melhor para se viver.

 

Esse projecto tem um rosto? Claro, todos têm, e o rosto de Santana Lopes é o único que pode liderar este projecto com convicção, pragmatismo e muita, muita vontade de fazer de Lisboa A CAPITAL.

 

Por isso aqui vou escrever, por isso aqui vou discutir, por isso não me vou calar.

 

Porque LISBOA merece!


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publicado por Vítor Manuel Palmilha às 16:01
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Para quê um novo blog? por Inês Dentinho

O Campo de Santana surge como um espaço de liberdade, de conhecimento e de projecto.

O congestionamento do calendário eleitoral, a confusão das propostas que coincide na lista dos protagonistas agregados ao PS e a difusão continuada de meias verdades sobre a gestão do PSD, entre 2002 e 2005, justificariam a existência de um espaço aberto, esclarecedor.

Mas é o amor a Lisboa e o debate sobre as melhores ideias para a cuidar e projectar que se tornam decisivos para este novo espaço de participação cívica. A Cidade e os Lisboetas precisam de quem preste atenção às suas vidas. Assim será.



publicado por Inês Dentinho às 05:55
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Memória atrapalhada por Vasco Campilho

É mais frequente eu discordar do que concordar com a Fernanda Câncio. Mas no que respeita à questão do arrendamento urbano, sempre apreciei as posições que tem tomado contra aquilo a que chamou "o sequestro dos senhorios". Por isso fiquei surpreendido com o conteúdo deste post. É que se os autarcas não têm competências nesta matéria, não deixa de ser verdade que tanto Pedro Santana Lopes como António Costa estiveram directamente envolvidos em reformas legislativas neste domínio.

 

Pedro Santana Lopes, enquanto chefe do XVIº Governo, apresentou uma reforma profunda que previa uma efectiva liberalização do mercado de arrendamento (o fim do tal sequestro) acompanhada por um regime de transição que garantisse apoio social aos inquilinos mais fragilizados social e economicamente. Tal solução apenas não entrou em vigor em virtude de uma (in)oportuna dissolução do Parlamento.

 

António Costa, enquanto Ministro da Administração Interna, foi responsável por uma reforma que criou um monstro burocrático em torno da actualização das rendas, reforma essa que bloqueou por mais quatro anos a revitalização do mercado de arrendamento e que é já hoje reconhecida como um dos maiores falhanços do Governo de José Sócrates - o que não é dizer pouco.

 

Neste domínio, o track record dos dois candidatos não podia ser mais contrastado, e tem muito pouco a ver com "fizeram parte de governos em que esta lei, com pequenas diferenças, foi defendida". Fernanda Câncio, jornalista, sabe-o bem. Mas às vezes a memória atrapalha-se.



publicado por Vasco Campilho às 02:05
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CAMPO DE SANTANA - ESPAÇO EMBLEMÁTICO DE LISBOA por Pedro Quartin Graça

Este blog tem um nome particularmente feliz. Para além de se referir a uma das mais emblemáticas praças de Lisboa, o Campo de Santana - também conhecido como Campo dos Mártires da Pátria, desde 12 de Novembro de 1880 - acresce o facto do Campo incluir o Jardim Braamcamp Freire, espaço carregado de história, na área central da cidade e que teve vários usos díspares ao longo dos últimos duzentos anos, como sejam uma praça de touros, a feira da ladra ou até cenário de um enforcamento colectivo.

O Campo de Santana marcou a minha juventude de uma forma inesquecível. Durante anos aí estudei alemão nas instalações do hoje repabtizado Goethe Institut, saído directamente do autocarro 33. Aí assistia também, várias vezes por semana, frente à Faculdade de Medicina, à fé dos crentes junto à estátua do Dr. Sousa Martins. De lá partia com frequência em direcção ao recatado mas bonito Jardim do Torel onde aproveitava para namorar.

É uma felicidade poder colaborar neste blog que tem precisamente o nome de um espaço de Lisboa que muito me diz.. É esta Lisboa, dos afectos e das emoções, que a candidatura do Dr. Pedro Santana Lopes pretende recuperar. Uma Lisboa moderna mas uma Lisboa com alma e com história. Todos não somos muitos para ajudar. 



publicado por Pedro Quartin Graça às 00:12
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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
"Lisboa não é negócio" por João Maria Condeixa

Vinha numa das artérias de Lisboa - uma daquelas que por sinal Santana até tem alternativa "underground" para melhorar substancialmente o caos que lá se vive - quando olho para aquele que julgo ser o primeiro cartaz do BE para as autárquicas: "Lisboa não é negócio", diz o cartaz. Nada mais cómico...

 

Ora o partido que fez aquilo a que só se pode chamar de negócio com António Costa e que personalizou esse negócio naquele que bloqueou - onerando contribuintes - uma das obras de Santana com mais sucesso, vem agora dizer tal coisa?

 

Mesmo que seja para desmascarar a passividade de António Costa face àquele que foi ou será um dos negócios mais polémicos de Lisboa, esta frase fica-lhes frágil. Não tanto como o dos contentores, é claro!

 

Lisboa precisa de quem a conheça de fio a pavio e não do BE ou do PS e muito menos dos  negócios entre os dois. Lisboa precisa de Santana Lopes.

 



publicado por João Maria Condeixa às 23:35
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Apenas isto por João Gonçalves

Os autores deste blogue têm em comum o desejo de que o futuro Presidente da Câmara de Lisboa celebre um contrato com os lisboetas. E não que celebre apenas contratos entre duas ou três pessoas que se conhecem e que querem ficar na CML, não pelos lisboetas, mas por elas mesmas. Apenas isto.



publicado por João Gonçalves às 22:29
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"Lisboa precisa ..." por Rodrigo Saraiva

Dou início à minha participação neste Campo de Santana com um texto publicado no dia 16 de Dezembro de 2008 no Câmara de Comuns, blog onde Lisboa, Cidade e Câmara Municipal, tem sido debatida, falada e comentada entusiasticamente.

 

Lisboa precisa …

 

 

 

... de um Presidente de Câmara que faça obra! E Pedro Santana Lopes já demonstrou que faz!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que não faça os "jeitinhos" ao Governo. E Pedro Santana Lopes defenderá, em primeiro lugar, a Cidade!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que mobilize os Lisboetas. E Pedro Santana Lopes já demonstrou que tem capacidades para tal!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que motive os funcionários da CML. E Pedro Santana Lopes será capaz disso!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que tenha projectos claros e uma estratégia de médio / longo prazo. E Pedro Santana Lopes irá apresentá-los!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que não hostilize as Freguesias. E Pedro Santana Lopes trabalhará com elas!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que não assobie para o lado quando um elemento da sua equipa não produza. E Pedro Santana Lopes irá liderar com firmeza motivadora!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que seja arrojado. E Pedro Santana Lopes tem visão e ambição pela Cidade!

 

Lisboa precisa de um Presidente de Câmara que não tenha receio. E Pedro Santana Lopes não vira a cara a combates, mesmo os apelidados de impossíveis!

 

Lisboa precisa e vai ter Pedro Santana Lopes como Presidente da Câmara Municipal!

 



publicado por Rodrigo Saraiva às 19:11
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Se não se importam, já chega por João Villalobos

Tudo é mais simples do que muitos pretendem fazer parecer e não vale a pena perdermos tempo com bizantinices. Basta lembrar os termos em que, no dia 13 de Julho de 2007, o blogue de apoio a António Costa terminava o seu apelo ao voto no candidato socialista: 

«Ninguém pode querer a continuação da degradação da qualidade de vida em Lisboa, da perda de população, da deterioração do património edificado, da delapidação de recursos financeiros: em suma da falta de projecto e de ambição para uma cidade que tem condições naturais únicas para ser uma das principais capitais europeias».

É um parágrafo admirável de tão actual. Mais de dois anos depois não há um único problema - entre os vários mencionados no parágrafo acima - que tenha sido resolvido por este executivo camarário. António Costa tem passado e passará toda a campanha com um discurso assente numa desculpa recorrente: Não teve tempo para fazer o que quer que fosse, de tão ocupado que esteve  a «arrumar a casa». A desculpa não colhe e é - literalmente - de mau pagador,

Em lugar de «arrumar a casa» o actual presidente da CML aumentou o passivo e continua a pedir empréstimos; Dividiu as dívidas em prestações, deixando para si os louros e para pagantes futuros os juros; Mentiu descaradamente no seu panfleto, anunciando uma redução de despesa que não existiu, quando na realidade aumentou a despesa corrente e reduziu ligeiramente a de capital, algo aliás simples de atingir-se dada a ausência de investimento e obra.

Como teve ocasião de observar Pedro Santana Lopes no final do debate a dois na SIC, do qual saiu claramente vencedor, António Costa mais parece o menino que garante aos pais ter arrumado o quarto, quando na realidade se limitou a atafulhar os brinquedos debaixo da cama. 

Na verdade, hoje como ontem não existe uma visão nem uma ambição socialistas para o Governo da cidade. Não existe obra feita de relevo em Lisboa, o património continua aos caídos e o trânsito é um caos que Deus nos livre. Como se não bastasse, na lista de Costa acumulam-se inimigos fidagais, cada um com o seu contraditório "plano" ou "projecto". Aliás, é de "planos" e "projectos" - todos eles candidatos ao Prémio Gaveta ou ao Concurso Maquete Mai' Linda - que vivem e nadam eles e elas como peixinhos na água. 

Hoje, 12 de Agosto de 2009, escrevo neste blogue porque: «Ninguém pode querer a continuação da degradação da qualidade de vida em Lisboa, da perda de população, da deterioração do património edificado, da delapidação de recursos financeiros: em suma da falta de projecto e de ambição para uma cidade que tem condições naturais únicas para ser uma das principais capitais europeias». No fundo, escrevo aqui graças a António Costa. Não fosse Lisboa estar como está e até lhe dizia «Obrigado».



publicado por João Villalobos às 17:16
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Uma escolha por Lisboa por Vasco Campilho

O meu cadastro no tocante à crítica a António Costa é bem mais longo do que o meu currículo em termos de apoio a Santana Lopes. Mas nestas eleições autárquicas, queria deixar bem claro o seguinte: o meu apoio à candidatura de Pedro Santana Lopes é completamente pela positiva.

 

Porque foi Santana Lopes o político que colocou na agenda política a questão que hoje todos reconhecemos como central para a cidade: a regeneração urbana e a reabilitação do património edificado. Porque foi Santana Lopes que teve a coragem de condicionar o trânsito nos bairros históricos, (re)criando condições para a sua fruição por habitantes e visitantes. Porque foi Santana Lopes que resolveu o cancro das Amoreiras, contra tudo e contra todos, sem que agora ninguém ouse contestar a obra que deixou feita.

 

Santana Lopes tem esta e muita outra obra para mostrar, obra que realmente beneficiou a cidade de Lisboa, e que fala por si. A cidade de Lisboa não pode desperdiçar um candidato que já demonstrou que tem uma visão, que já demonstrou capacidade de a pôr em prática, e que visivelmente colocou Lisboa no topo das suas prioridades. É por isso que estou no Campo de Santana.



publicado por Vasco Campilho às 16:50
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Lisboa tem sentido por Campo de Santana

Lisboa já foi celebrizada como “A Cidade Branca” num filme de Alan Tanner. Hoje, predomina nela o cinzento nas paredes sujas e cobertas de graffiti, ou no chão pejado de lixo.

 

 

Lisboa já foi uma cidade por excelência hospitaleira, numa saudável rivalidade bairrista. Hoje, até mesmo nos bairros mais visitados pelos turistas, impera a insegurança e o medo e há vítimas mortais, em noites que começam por simples diversão.

Lisboa já foi a cidade de todos. Hoje está rodeada de guetos onde milhares de famílias tentam viver com a dignidade possível, em edifícios degradados num ambiente sem esperança.

Lisboa já foi a cidade onde dava gosto viver e trabalhar. Hoje está saturada de poluição visual e sonora, sobrecarregada pelo caos de um trânsito sem lógica, mal servida por transportes públicos, ausentes em locais onde seriam indispensáveis e excessivamente presentes em outros, como no Terreiro do Paço, onde ameaçam mesmo levar à extinção o histórico Martinho da Arcada.

Lisboa tem uma Avenida da Liberdade deserta à hora em que os eixos principais das outras grandes cidades acordam. Tem a Baixa decrépita. Uma zona onde, nas restantes capitais, fervilha a animação e o comércio dequalidade. Tem um rio de costas voltadas para os lisboetas, frio e indiferente a todos os que pretendem desfrutar da sua beleza natural, hoje entregue a uma sociedade - como a Frente Tejo - que depende apenas do Governo.  

Lisboa tem que mudar.

Este blogue - espaço não oficial de apoio à candidatura “Lisboa Com Sentido”, liderada por Pedro Santana Lopes - é composto por pessoas dispostas a acreditar e participar a fazer da nossa capital uma cidade melhor.

 Queremos discutir aqui o futuro de Lisboa, apontar soluções, mostrar que a nossa capital pode deixar de ser como é. Que esta decadência a que assistimos não é inevitável. Assim haja vontade, decisão e obra. Ao contrário do que tem sucedido com a gestão de António Costa.

Aqui é o Campo de Santana. Sejam bem-vindos.

 



publicado por Campo de Santana às 16:00
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